17 de agosto de 2018
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Fabrício Castro participa de ato de desagravo público na 7ª Coorpin em Ilhéus

Fabrício Castro participa de ato de desagravo público na 7ª Coorpin em Ilhéus

“Defendemos as prerrogativas da advocacia 24 horas por dia, sete dias por semana”, afirmou o conselheiro federal da OAB, Fabrício Castro, nesta quinta-feira (9), ao ressaltar a importância do ato de desagravo público em frente à delegacia da 7ª Coorpin, em Ilhéus.

De acordo com Fabrício, a mobilização resultou na disponibilização de uma sala dentro da unidade de polícia para que os advogados atendam os seus clientes.

Os profissionais do Direito se manifestaram na terça-feira (7) contra as agressões sofridas por colegas em abril deste ano, em Ilhéus, onde um advogado de defesa foi proibido de acompanhar o depoimento de um cliente levado até a 7ª Coorpin, após ser preso em flagrante.

No episódio, dois representantes da OAB também foram agredidos fisicamente por policiais civis, que chegaram a apontar armas à cabeça dos três advogados envolvidos no caso, na tentativa de intimidá-los.

O ato de desagravo, segundo Fabrício Castro, fortalece a advocacia. “Eu tenho a convicção de que a mobilização provocou até na polícia a compreensão da importância da advocacia”, disse.

Para ele, é preciso deixar claro à sociedade e às autoridades que os advogados são indispensáveis à administração da Justiça. “Para exercemos a nossa profissão, precisamos do respeito às prerrogativas”.

Conselheiro estadual da OAB, Martone Maciel foi um dos advogados agredidos por policiais na noite de 6 de abril, em Ilhéus. Ele acredita que o ato público representa um marco regional na atuação da Ordem em defesa das prerrogativas.

“O posicionamento firme do Conselho Seccional da OAB-BA e da Subseção de Ilhéus demonstra que a nossa instituição não transige e nem transigirá com as prerrogativas dos advogados, ferramenta essencial para que possamos exercer uma advocacia livre e independente”, assinalou.

Fabrício Castro reiterou as palavras do colega. A atuação da comissão de prerrogativas da OAB, segundo ele, tem sido vigilante no combate às violações dos direitos dos advogados.

“A luta da Ordem em defesa das prerrogativas tem melhorado, o que não tem melhorado é a cultura. As pessoas não têm dimensão do que são, para que servem e a quem atendem as prerrogativas”, pontuou.

Foto: Divulgação




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