A rede de assistência à saúde mental terá um importante reforço na região da Chapada Diamantina, com um novo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) no município de Seabra. A ordem de serviço para a construção da unidade foi assinada pelo governador em exercício, Geraldo Júnior, ao lado do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e do subsecretário da Saúde do Estado, Paulo Barbosa.
Com investimento de R$ 1,8 milhão, a iniciativa integra os investimentos viabilizados por meio do PAC Municípios, programa do Governo Federal que contempla cidades brasileiras com obras estruturantes. A assinatura da ordem de serviço marca o início oficial da execução do projeto, representando um investimento estratégico na ampliação da infraestrutura de saúde em Seabra.
“A construção do novo CAPS em Seabra representa um avanço na consolidação da Rede de Atenção Psicossocial na Chapada Diamantina. Estamos ampliando o cuidado especializado, garantindo atendimento humanizado e próximo das famílias. O investimento reforça o compromisso do Governo do Estado com a interiorização da saúde mental, o tratamento em liberdade e a redução de internações desnecessárias”, destacou o subsecretário da Saúde do Estado, Paulo Barbosa.
O novo equipamento será destinado ao atendimento de pessoas em sofrimento psíquico, incluindo pacientes com transtornos mentais graves e persistentes. O CAPS é um serviço de saúde de caráter aberto e comunitário, integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem como objetivo oferecer cuidado contínuo, humanizado e próximo da realidade dos usuários, priorizando o tratamento em liberdade e a reinserção social.
O funcionamento da unidade se baseia no atendimento multiprofissional, com acompanhamento de forma diária e personalizada. Entre os serviços ofertados estão consultas individuais, atendimentos em grupo, oficinas terapêuticas, acompanhamento familiar e atividades voltadas à inclusão social por meio de ações culturais, educativas e de geração de renda.
O CAPS também atua no acolhimento de pacientes em momentos de crise, buscando evitar internações psiquiátricas desnecessárias e fortalecendo os vínculos familiares e comunitários.
Foto: Feijão Almeida/GOVBA






