Entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026, a Praia do Forte recebe o Festival de Jazz – Música e Arte, uma celebração gratuita que reúne jazz, blues, soul e vertentes da Música Popular Brasileira em um ambiente que integra natureza e experiências artísticas. O evento convida o público a vivenciar quatro dias de imersão, reforçando sua vocação como espaço de troca e celebração, reunindo música, gastronomia e grandes encontros. As apresentações têm início a partir das 17h e reúnem nomes reconhecidos da cena instrumental baiana, como Eric Assmar, Clariana (Amy Reggaehouse), Geleia Solar, Fabrício Rios, Luciano Afro, Quarteto Cadenza, Naiobe Uchôa, Edimael Junior e Bruno Galba.
A programação se distribui por três cenários. A abertura oficial acontece na quinta-feira, 29 de janeiro, na Vila da Praia do Forte, espaço que também recebe o encerramento do festival. Na sexta e no sábado, 30 e 31 de janeiro, o Projeto Tamar sedia as apresentações, fortalecendo a proposta de unir música, natureza e preservação ambiental. Já no domingo, a Praça da Igreja recebe a programação de encerramento, com shows de Eric Assmar e de Clariana, à frente do tributo Amy Reggaehouse.
Consolidado como um espaço de valorização da música brasileira e de gêneros que dialogam com o cenário musical internacional, o Festival de Jazz aposta em uma programação que conecta a produção brasileira ao jazz, referência global que estimula diálogos culturais e o intercâmbio entre músicos em formação, novos talentos e artistas em fase de reconhecimento. Ao ampliar o acesso a diferentes expressões sonoras, o evento reforça seu compromisso com a democratização da cultura e com a formação de novos públicos.
Com curadoria e coordenação geral de Thaise Costa Pinto e direção musical de André Leão, o Festival de Jazz – Música e Arte se firma como um evento relevante para moradores, turistas e visitantes, fortalecendo a Praia do Forte como um polo de arte, lazer e convivência.
PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA
A programação artística do festival acontece entre 29 de janeiro e 1º de fevereiro, distribuída por diferentes espaços da Praia do Forte. Na quinta-feira, 29 de janeiro, a abertura do festival acontece na Vila da Praia do Forte, com os shows de Edimael Junior e do Quarteto Cadenza, reforçando a força de músicos enraizados na herança cultural da região, que transformam a essência baiana em arte sonora. Os repertórios apresentados celebram as raízes nordestinas, unindo o rigor técnico de compositores clássicos ao calor do cancioneiro popular.
Na sexta-feira, 30 de janeiro, a programação segue no palco do Projeto Tamar, com apresentações da jovem violonista Naiobe Uchôa, seguida por Fabrício Rios, e pelo grupo Geleia Solar, referência nas jam sessions da JAM no MAM, com uma sonoridade que mescla baião, samba, frevo, salsa, blues, swing e jazz, marcada por forte presença rítmica e percussiva. No sábado, 31 de janeiro, o Projeto Tamar recebe novamente Naiobe Uchôa, além de Luciano Afro e Bruno Galba, artistas que representam diferentes vertentes da música instrumental baiana, com repertórios que transitam entre ancestralidade, improvisação, pesquisa sonora e modernidade.
O encerramento acontece no domingo, 1º de fevereiro, com uma programação especial que começa às 17h, na Casa de Farinha, na Vila da Praia do Forte, com um momento inédito: o Cortejo da Sinfônica Garcia d’Ávila e da Filarmônica Matense, em uma apresentação ao ar livre que celebra o encontro entre a música sinfônica e a tradição popular. Na mesma noite, a partir das 18h30, o palco da Praça da Igreja recebe Eric Assmar, guitarrista, compositor e doutor em música, um dos grandes representantes do blues e do rock no Brasil, que imprime técnica, emoção e identidade em performances de alto impacto, seguido por Clariana, à frente do projeto Amy Reggaehouse, reconhecido como um dos melhores tributos a Amy Winehouse do mundo, que combina o soul da cantora britânica com reggae e brasilidades, com destaque para sua voz potente e performances viscerais.
Do clássico ao popular, a programação busca explorar diferentes linguagens e valorizar músicos locais, que protagonizam apresentações marcadas por identidade, criatividade e diálogo com diferentes referências musicais. O festival propõe uma jornada musical intensa, vibrante e imperdível.
O Festival de Jazz tem o patrocínio da Solar Coca-Cola, Hiperideal e do Governo da Bahia, por meio do Fazcultura, da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Fazenda.
Foto: Divulgação






