“Flagrado com o dinheiro do Banco Master na conta, ACM Neto tenta atingir o governo do estado plantando nota distorcida na imprensa”, diz o deputado estadual Marcelino Galo (PT).
O parlamentar petista se refere à tentativa do ex-prefeito de Salvador de desviar a atenção de sua suspeita consultoria de R$ 3,6 milhões ao Master e Reag para os adversários políticos.
“Quiseram insinuar que houve maracutaia no transparente processo de repasse feito pelo governo dos recursos dos precatórios do Fundef à instituição financeira que antecipou o pagamento aos servidores da educação”.
Segundo Galo, o procedimento administrativo foi autorizado pelos servidores de acordo com a legislação. “Mas sem identificar a origem dos precatórios, a oposição tentou insinuar favorecimento ao Banco Master”.
O líder do PT na Assembleia afirma que os R$ 3,6 milhões em pagamentos do Banco Master e da Reag a ACM Neto são indiscutíveis. “Foram revelados pelo Coaf e até agora ele não conseguiu justificar a razão da cifra milionária pela suspeita consultoria”.
O que veio à tona, de acordo com Galo, foram os decretos nas gestões de ACM Neto e Bruno Reis que facilitaram os negócios do Banco Master e da Reag na prefeitura de Salvador.
“Alguns meses depois do último decreto, em dois de março de 2023, o Banco Master realizou a primeira transferência para a A&M Consultoria, empresa de ACM Neto”, observa Marcelino Galo.
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