17 de agosto de 2018
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Chuva de meteoros terá pico na madrugada desta segunda-feira

Chuva de meteoros terá pico na madrugada desta segunda-feira

Desde o dia 17 de julho a Terra está cruzando a trilha de destroços deixados pelo cometa Swfit-Tuttle que tem um período de 133 anos. A trilha deixada pelo cometa é bem larga, formando um nuvem no espaço e a Terra só deve sair dela dia 24 de agosto. Por esse motivo, a atividade de meteoros está aumentando e deve atingir um máximo entre os dias 11 e 13 de agosto, quando são esperados uma taxa máxima de 60 meteoros por hora. Esse período é o pico da chuva de meteoros.

A chuva dos Perseidas é uma das mais populares, mas ela é mais favorável para observadores no hemisfério Norte. No hemisfério Sul, quanto mais ao norte você estiver localizado melhor. Isso porque o radiante da chuva está na constelação de Perseu, uma constelação do Norte, quanto mais ao Sul, mais baixa no céu ela fica. Essa chuva, ou chuveiro como dizem os mais antigos, tem origem na constelação de Perseu, daí seu nome.

Se você for para um lugar bem escuro e prestar atenção no céu durante algum tempo, vai ver de vez em quando um traço brilhante bem rápido. Os traços são as famosas “estrelas cadentes”, que de estrela não tem nada. Os rastros são partículas de poeira, ou pequenas rochas que são capturadas pela gravidade da Terra e ao mergulharem na atmosfera se esquentam tanto que acabam ficando incandescentes.

Na grande maioria das vezes, o aquecimento é tamanho que a partícula acaba se vaporizando. Dependendo das condições do céu é até possível ver o rastro de fumaça. Algumas vezes um objeto não tão pequeno entra na atmosfera produzindo um clarão intenso e. por esse motivo, é chamado de “bola de fogo”.

Mas de vez em quando dá para perceber que tem mais eventos desses acontecendo. Mais ainda, uma observação cuidadosa vai mostrar que os meteoros parecem todos surgir de um mesmo ponto no céu. Essas são as chuvas de meteoros.

As chuvas estão sempre associadas a um cometa, apenas uma delas está associada a um asteroide que se acredita ser um cometa morto, o 3200 Phaethon que provoca outra chuva popular, as Geminídeas. Ocorre que enquanto os cometas viajam pelo Sistema Solar, vão se despedaçando, deixando um rastro de pequenos pedaços, mas principalmente poeira.

Foto: Nasa/Divulgação




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