21 de outubro de 2018
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Coronel participa de missa solene em louvor a Irmã Dulce

Coronel participa de missa solene em louvor a Irmã Dulce

“Sou católico, mas como político sempre fui um ecumênico, respeitando todos os credos e religiões. Vou a sinagogas, a templos evangélicos e católicos, a casas espíritas, a terreiros de candomblé. Comigo, a tolerância religiosa é inegociável. Portanto, sou o candidato a Senador dos católicos, dos evangélicos, dos espíritas, dos adventistas, dos umbandistas, do povo do candomblé, dos judeus, dos muçulmanos. Tenho amigos de todas as religiões e credos”, declarou Angelo Coronel, neste domingo (12), Dia dos Pais, em Salvador, ao participar com a esposa, Eleusa, com o filho, Ângelo, do penúltimo dia das celebrações religiosas dedicadas à Irmã Dulce.

Candidato ao Senado pelo PSD, em chapa ao lado do governador Rui Costa, do vice-governador, João Leão, e do ex-governador Jaques Wagner, Angelo Coronel participou de mais uma edição da festa em honra à Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, assistindo à celebração da Missa Solene no Santuário do Anjo Bom da Bahia, no Largo de Roma, celebrada pelo Frei Giovanni e co-celebrada pelo padre e cantor Antonio Maria, autor do hino em louvor à Irmã Dulce. Depois da missa, Angelo Coronel foi abençoado pelo Padre Antonio Maria, que desejou ao presidente da ALBA “uma eleição vitoriosa e que, no Senado, seja um protetor dos pobres, como foi toda a vida de dedicação da religiosa baiana”.

“Além do simbolismo religioso, a obra social de Irmã Dulce é maravilhosa. E ela continua operando milagres todos os dias. Mesmo com a sua partida para outra dimensão, milhares de baianos ainda são beneficiados com assistência à saúde e à educação proporcionadas pela OSID, hoje sob o comando de sua sobrinha, Maria Rita. Aqui, no Santuário, também vim pedir paz nesta campanha eleitoral. E também proteção para o nosso governador Rui Costa, para o João Leão, para Jaques Wagner, para o nosso senador Otto Alencar, e para os nossos candidatos a deputado federal e estadual. Fiz uma prece pedindo que o Anjo Bom da Bahia abençoe os nossos adversários, todos eles também merecedores da graça de Deus”, disse Coronel.

Em Junho do ano passado, a Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA – aprovou, por unanimidade, projeto de lei que liberou a locação de um terreno doado à Associação Obras Sociais Irmã Dulce. A proposição foi feita pelo deputado e presidente do Legislativo, Angelo Coronel. Com a regulamentação da lei nº 4.705, a obra de Irmã Dulce pode locar o espaço e, com os recursos provenientes do aluguel, ajudar a manter o Hospital, em Roma, e o Centro Educacional Santo Antonio, em Simões Filho, com mais de 700 crianças estudando em regime de período integral.

“Pela primeira vez na história, a Assembleia Legislativa da Bahia devolveu recursos aos cofres públicos do Estado. Pedi ao governador Rui Costa – e ele atendeu – que os R$ 555 mil devolvidos fossem utilizados na climatização dos leitos para idosos do Hospital Santo Antonio, aqui no Largo de Roma. Por pouco que seja, qualquer contribuição é valiosa para sustentar essa que é uma das obras assistenciais mais importantes do mundo”, disse o chefe do legislativo estadual.

A esposa de Angelo Coronel e presidente do Instituto Assembleia de Carinho, Eleusa Coronel, integra também o movimento “Rede Amigas de Dulce”, idealizado pela ex-secretária municipal de Ordenamento Público, Rosemma Maluf, que tem como objetivo apoiar a instituição fundada pelo Anjo Bom da Bahia, através da mobilização e articulação de parcerias para captar recursos e garantir a continuidade do extenso trabalho realizado pelas Obras Sociais Irmã Dulce há 59 anos.

Bem-aventurada – Por ocasião de sua beatificação, ocorrida em maio de 2011, Irmã Dulce recebeu o título de Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, tendo o dia 13 de agosto como data oficial da celebração de sua festa litúrgica. O significado da data remete a 1933, quando a jovem Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, nascida em 26 de maio de 1914, em Salvador, ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão/SE. Naquele mesmo ano, no dia 13 de agosto, com 19 anos de idade, ela recebeu o hábito e adotou, em homenagem à sua mãe, o nome de Irmã Dulce.

Em 1949, Irmã Dulce ocupou um galinheiro ao lado do convento, após a autorização de sua superiora, com os primeiros 70 doentes. A iniciativa marca as raízes da criação das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), instituição que abriga hoje um dos maiores complexos de saúde 100% SUS do país, com 4,6 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano. Irmã Dulce faleceu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos, e está atualmente em processo de Canonização.

Foto: Divulgação




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