16 de dezembro de 2019
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Intérpretes em Libras garantem inclusão nas escolas municipais de Salvador

Intérpretes em Libras garantem inclusão nas escolas municipais de Salvador

Os alunos com surdez ou deficiência auditiva ganharam um importante estímulo para continuar os estudos na rede municipal de ensino. A partir desta quinta-feira (25), as crianças e jovens do grupo 5 até o 6° ano do Ensino Fundamental podem contar com o apoio de 30 intérpretes em Libras, para facilitar a comunicação com os professores, colegas e a equipe escolar. O projeto foi lançado nesta manhã pelo vice-prefeito Bruno Reis e pelo secretário de Educação, Bruno Barral, na Escola Helena Magalhães, em Boa Vista de São Caetano.

A inclusão, segundo Bruno Reis, é um dos pilares da atual gestão, que vai investir R$ 1,2 milhão anualmente para manter o projeto dos intérpretes em Libras nas escolas. “A partir da nossa administração, a pessoa com deficiência passou a ter um tratamento diferente em Salvador. E, com esse programa, os alunos vão poder estudar de forma adequada, tendo acesso a um ensino público, gratuito e de qualidade”, assinalou o vice-prefeito. “Teremos professores e pessoas capacitadas, para que a gente faça uma inclusão de verdade, com acolhimento”, pontuou Bruno Barral.

O vice-prefeito lembrou que ontem foi celebrado o Dia Nacional de Libras e citou as iniciativas adotadas pela administração municipal para fazer a capital baiana avançar na educação. “Aplicamos quase 30% da nossa arrecadação nessa área. Já reformamos mais de 230 escolas. Reconstruímos ou construímos mais de 40 unidades de ensino, investimos na valorização profissional e no material didático, que é referência no Brasil. Temos um corpo pedagógico qualificado e aulas em tempo integral”, frisou Bruno Reis.

Inclusão – Estima-se que no Brasil existam 230 intérpretes capacitados em salas de aula. Em Salvador, 28 escolas da rede municipal passam a contar com 30 profissionais, para atuar com alunos do grupo 5 até o 6° ano do Ensino Fundamental. A iniciativa vai garantir a permanência dessas pessoas na unidade de ensino, evitando o abandono dos estudos. Os jovens que terão o acompanhamento dos profissionais já são atendidos no contraturno na Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (Apada) e na Associação Educacional Sons no Silêncio (Aesos).

Foto: Betto Jr./SECOM-PMS




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