15 de outubro de 2019
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Presidente da Embratur defende isenção de vistos para chineses e indianos

Presidente da Embratur defende isenção de vistos para chineses e indianos

O presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, participou, nesta segunda-feira (30), do lançamento do projeto Investe Turismo no Estado de São Paulo. O programa, desenvolvido conjuntamente pelo Ministério do Turismo, Sebrae e Embratur, busca acelerar o desenvolvimento do setor no País. Na ocasião, Gilson apresentou as vantagens da isenção de vistos para países estratégicos no fomento do turismo nacional.

“O turismo ficou parado no tempo, era para estarmos com 12 milhões de turistas pelo menos no país, temos a metade. A isenção de vistos para Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália é um sucesso e mostra que com criatividade e união podemos fomentar ainda mais o setor”, explicou.

O Banco Central do Brasil apontou que em julho, primeiro mês após a validade da isenção de vistos, a arrecadação com estrangeiros no país cresceu e injetou U$ 598 milhões na economia. Gilson defendeu a ampliação da medida para Índia e China e explicou o turista ter visto norte-americano nestes países poderia ser usado para validar a isenção deste para o Brasil.

“É uma luta nossa e do presidente Bolsonaro, que sabe do protagonismo e da importância disso para o mercado. A China emite 169 milhões de turistas por ano, só emite 60 mil turistas para o Brasil. Isso é uma vergonha e temos de mudar”, afirmou o presidente da Embratur.

Gilson Machado apresentou ainda aos presentes todos os projetos e medidas realizados por sua gestão à frente da autarquia. Ele destacou a necessidade de união do setor para que o turismo seja protagonista na recuperação econômica do país. “Desde os 9 anos de idade escuto que o Brasil é o país do futuro. O futuro é agora, temos uma chance única de transformar nossa nação”, concluiu.

Investe turismo – O Investe Turismo selecionou 30 rotas turísticas estratégicas no Brasil, que englobam 158 municípios das 27 unidades da Federação. O investimento inicial será de R$ 200 milhões. As rotas escolhidas receberão atenção especial em uma agenda estratégica entre setor público e privado (Marketing, inteligência, participação em eventos, apoio ao acesso de linhas de crédito etc.).

Foto: Divulgação/Embratur




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