22 de novembro de 2019
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NOB promove Oficina de Orquídeas para pacientes oncológicos em Lauro de Freitas

NOB promove Oficina de Orquídeas para pacientes oncológicos em Lauro de Freitas

Centros médicos de referência em todo mundo buscam, atualmente, um conceito mais ampliado de cura e investem em terapias complementares para dar suporte emocional aos pacientes durante tratamentos convencionais. Considerado terapêutico, o cultivo de orquídeas é um importante aliado para o bem estar e a saúde mental. Para ensinar a cultivar essas plantas e apresentar seus benefícios, o NOB (Núcleo de Oncologia da Bahia) – Oncoclínicas promove a 4ª Oficina de Orquídeas, que terá como facilitador o orquidófilo Ednildo Torres.

A oficina é aberta a pacientes oncológicos e seus acompanhantes e vai acontecer nesta quarta-feira (30), das 15h às 18h, na área verde do NOB unidade de Lauro de Freitas (Rua Doutor Barreto, 294, Jardim Pitangueiras). As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas previamente através do telefone (71) 3443-0170 ou e-mail comunicacao@nob-ba.com.br.

O cultivo de orquídeas ameniza o estresse diário, combate à depressão, reduz a ansiedade e traz diversos outros benefícios, tornando as pessoas mais tolerantes e serenas. Para lidar com a plantação, seja de uma ou mais orquídeas, é preciso desacelerar o ritmo, saber esperar, desenvolver a calma, a paciência e a atenção para entender exatamente o que a planta está precisando. O cultivo das orquídeas exige dedicação e cuidado durante meses até florescer.

Segundo o Dr. Eduardo Moraes, médico do NOB/ Oncoclínicas, “o processo de cura também depende da condição emocional e de como o paciente consegue enfrentar a doença. Então, o desafio da medicina humanizada é olhar para o paciente como um todo, de forma integral. As atividades e práticas terapêuticas complementares fortalecem as emoções, ajudam a reduzir efeitos colaterais do tratamento, promovem bem estar e confiança, aumentando, inclusive, a adesão do paciente ao tratamento”.

O especialista, no entanto, ressalta que as terapias complementares não substituem o tratamento médico tradicional, mas, como o próprio nome diz, complementam o tratamento, reduzindo seus efeitos colaterais e propiciando vários benefícios na qualidade de vida, bem estar, comportamento e autoestima do paciente.

Foto: Divulgação




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