11 de agosto de 2020
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Cerveja adulterada causou “doença misteriosa” em Belo Horizonte

Cerveja adulterada causou “doença misteriosa” em Belo Horizonte

Um laudo da perícia criminal da Polícia Civil aponta a contaminação de duas amostras da cerveja Belorizontina, da cervejaria Backer, com a substância dietilenoglicol. O documento foi enviado pela polícia a autoridades estaduais e municipais da área da saúde.

Em laudo enviado para a secretaria de Saúde de Belo Horizonte e do estado de Minais Gerais, e obtido pelo jornal O Globo, um perito da Polícia Civil informa que “nas duas amostras de cerveja encaminhadas pela vigilância sanitária do município de Belo Horizonte (cerveja pilsen marca Belorizontina lotes L1 1348 e L2 1348) foi identificada a presença da substância dietilenoglicol em exames preliminares. Ressalto que estas garrafas foram recebidas lacradas e acondicionadas em envelopes de segurança da vigilância sanitária municipal”. A informação foi confirmada mais tarde em coletiva de imprensa.

Quatro garrafas da cerveja, recolhidas pela Vigilância Sanitária na casa de pacientes que sentiram os sintomas da doença misteriosa, foram enviadas para análise paa o Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais, para investigar possível contaminação.

Em nota, a Backer informou ser preciso ressaltar que “a substância não faz parte do processo de produção da cerveja Belorizontina”. Mas que “por precaução, os lotes em questão – L1 1348 e L2 1348 – citados pela Polícia Cilvil, e recolhidos na residência dos consumidores citados, serão retirados imediatamente de circulação, caso ainda haja algum remanescente no mercado”. A Backer também afirma “estar à disposição das autoridades para contibuir com a investigação e tem total interesse que as causas sejam apuradas, até a conclusão dos laudos e investigação”.




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