30 de março de 2020
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Prefeitura de Salvador cria 16 mil redes virtuais privadas para home office dos servidores

Prefeitura de Salvador cria 16 mil redes virtuais privadas para home office dos servidores

Em virtude da pandemia de coronavírus, a Prefeitura, através da Companhia de Governança Eletrônica do Salvador (Cogel), está criando 16 mil redes virtuais privadas (VPN) para que servidores possam trabalhar remotamente de suas residências, zelando pela saúde dos funcionários, assim como pela segurança e a integridade dos dados. Além de manter a infraestrutura da administração funcionando, a iniciativa diminui o número de pessoas nos órgãos municipais e a possível disseminação da doença.

A VPN permite o tráfego de dados de forma segura e também permite o acesso a uma rede interna de uma empresa remotamente. Os funcionários da Prefeitura poderão se conectar a VPNs para acessar a rede local da gestão pública, sem estar fisicamente nos seus pontos de trabalho.  

De acordo com o presidente da Cogel, Alberto Braga, a medida possibilita que os servidores públicos municipais sigam executando suas funções de casa, sem comprometer a prestação do serviço público durante o período de crise mundial provocada pelo coronavírus. 

Segundo ele, as redes estão sendo criadas como mais uma das medidas de segurança anunciadas pelo prefeito ACM Neto para combater a disseminação do vírus. “As redes ajudarão na execução do nosso trabalho, já que há necessidade do isolamento social e afastamento de servidores dos seus postos físicos de atuação”, frisa Braga. Ele lembrou que o prefeito determinou o fechamento total ou parcial de alguns órgãos e serviços públicos municipais, como medida de proteção.

As VPNs serão distribuídas de acordo com a necessidade de cada secretaria. Cabe aos gestores de cada pasta informar ao Núcleo de Tecnologia de Informação (NTI) quais os funcionários terão acesso as redes para execução do trabalho de casa. 

O NTI repassa a demanda para Cogel, que fará a liberação da rede de cada servidor. De acordo com a Cogel, com as VPNs, todas as atividades que comumente são realizadas de dentro dos órgãos, que não envolvam a necessidade de atendimento direto e pessoal ao público, podem ser executadas dos domicílios dos servidores.




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