7 de julho de 2020
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Pronampe já está disponível pelo Banco do Brasil para MPEs baianas, diz Fecomércio

Pronampe já está disponível pelo Banco do Brasil para MPEs baianas, diz Fecomércio

O superintendente do Banco do Brasil na Bahia, Pedro Marques, anunciou à Fecomércio-BA, nesta quarta-feira (24), que as agências do banco no Estado iniciaram esta semana a coleta de propostas do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) entre as micro e pequenas empresas. Segundo o Ministério da Economia, os bancos privados só devem iniciar a operação desse programa de crédito emergencial a partir de 15 de julho.

Ainda de acordo com o superintendente do BB, os empresários interessados, clientes ou não do Banco do Brasil, devem procurar as agências do Estado. Antes do contato, é importante já estar de posse da carta enviada pela Receita Federal do Brasil às empresas. Quem não recebeu o documento, deve entrar em contato com o seu contador ou acessar o site da Receita Federal. A expectativa da Banco do Brasil é liberar, em todo o País, R$ 3,7 bilhões para cerca de 180 mil clientes.

O presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, comemora a notícia: “As empresas baianas, especialmente os micro e pequenos empresários, precisam de fôlego para atravessar a crise provocada pela pandemia. Os bancos necessitam liberar os recursos necessários com celeridade num momento como esse para que empresas e empregos sejam salvos”, declara.

Os recursos do Pronampe podem ser utilizados para capital de giro ou investimentos. O programa é amparado pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO), com prazo de até 36 meses, carência de até oito meses e juro composto de Selic mais 1,25% ao ano.

O Programa é destinado às microempresas, com receita bruta igual ou inferior a R$ 360 mil, considerada a receita bruta auferida no exercício de 2019; as empresas de pequeno porte (EPP), com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões por ano, considerada a receita bruta auferida de 2019. Essa linha permite que as empresas tomem créditos de até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019.




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