23 de fevereiro de 2024
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TV japonesa alerta brasileiros sobre riscos após terremotos no Japão

TV japonesa alerta brasileiros sobre riscos após terremotos no Japão

Na TV japonesa, uma mensagem preparada especialmente para os imigrantes brasileiros: “Por favor, fuja o mais rápido possível para salvar sua vida. Fuja para um lugar o mais alto possível”.

Mais de 250 mil brasileiros moram no Japão – é a terceira maior presença brasileira no exterior, atrás apenas de Estados Unidos e Portugal.

Aline vive há 14 anos na província de Ishikawa, epicentro do tremor. E conta que foi um susto.

“Já chegou o alerta do tsunami. Nós estávamos muito próximo do mar, então automaticamente a gente só conseguiu pegar documento, carteira, dinheiro e galão de água. […] E aí a gente já foi com os carros e aquele congestionamento nas ruas é japonês e brasileiro, todo mundo indo para o mesmo sentido”, relata a operária Aline Andrade.

Daqui para frente ela diz que vai ficar mais preparada para eventuais terremotos. “Assim, nós já tínhamos a consciência de que precisávamos estar preparados, porque o japonês orienta que nós tenhamos uma bolsa. Um kit que nós tenhamos comida, documento e eu mesmo com todo esse tempo de Japão, nunca fiz e nunca precisei. Hoje eu falei a primeira coisa é comprar tudo que eu preciso lanterna, capacete, fazer essa bolsinha e deixar preparado, porque nessa hora a gente sente falta. O desespero bate”, conta Aline.

Suelen mora no Japão há um ano e meio, mas os filhos de sete e 11 anos já sabiam o que fazer no momento do tremor.

“A partir do momento que começou a tremer, os meus filhos já têm esse treinamento aqui no Japão e eles correram para baixo da mesa junto comigo e a gente já ficou aqui abrigado esperando passar esse primeiro momento. Para depois sair do prédio para averiguar a estrutura do prédio. Foi bem forte, nossa mesa tremeu bastante, nossas portas tremeram bastante. isso assustou muito a gente, esse som de tudo tremendo. Foi bem assustador”, descreve a brasileira Suelen Haiachi.

Os terremotos são comuns no Japão. O mais devastador foi em 1923, quando 142 mil pessoas morreram.

Foto: Reprodução




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